A maioria dos gestores de ferramentarias acredita que o problema está na máquina, no operador ou no prazo apertado do cliente. Eles investem centenas de milhares de reais em centros de usinagem de última geração, contratam os melhores programadores CNC e, ainda assim, sentem que a margem de lucro está escorrendo pelo ralo. A pergunta que raramente é feita, o que diferencia as ferramentarias de alto desempenho daquelas que enfrentam dificuldades para manter sua competitividade ou por que utilizar ferramentas limitadas em uma operação que exige tanta precisão, tecnologia e eficiência?

O erro fundamental de muitas indústrias reside na utilização de softwares CAD/CAM genéricos. Essas plataformas, embora sejam “poderosas” para um design de produto geral, comportam-se como um obstáculo invisível no chão de fábrica de uma ferramentaria. Quando o software não entende a natureza de um molde ou de um estampo, ele não é apenas uma ferramenta, ele é um dreno de produtividade, um gerador de retrabalho e um problema sério de prazos.

“A eficiência de uma ferramentaria não é medida pela velocidade do spindle da máquina, mas pela fluidez com que a intenção do engenheiro se traduz em metal removido sem erros.”

O Custo da Desconexão Técnica

Imagine o seguinte cenário: seu projetista gasta horas desenhando uma cavidade complexa em um software genérico. Quando o arquivo chega ao programador CAM, os dados não “conversam” perfeitamente. Superfícies precisam ser reconstruídas, geometrias perdem a integridade e cada alteração de engenharia enviada pelo cliente exige que o processo recomece quase do zero. Isso não é apenas ineficiência, é um prejuízo financeiro significativo.

Softwares genéricos carecem de “inteligência de ferramentaria”. Eles não entendem o que é uma inclinação de desmoldagem, não automatizam a criação de eletrodos e tratam cada tarefa como se fosse uma peça mecânica simples. O resultado? Sua equipe passa 40% do tempo resolvendo problemas de importação e tradução de arquivos em vez de agregar valor real ao ferramental.

A desconexão entre o projeto e a fabricação cria barreiras. Quando o engenheiro não projeta com a usinagem em mente, e o programador não tem acesso às intenções do projeto, a falha é inevitável. E quem paga a conta? Você, com horas extras pagas, desperdício de matéria-prima e a perda constante de competitividade frente a concorrentes que entregam com o dobro da precisão e metade do tempo.

Os Limites dos Softwares Genéricos na Engenharia de Precisão

No mercado, muitas soluções prometem atender a diferentes necessidades de engenharia em uma única plataforma. Porém, quando se trata da fabricação de moldes e matrizes, a especialização faz diferença. Ferramentas desenvolvidas para aplicações gerais podem atender a determinadas demandas, mas nem sempre oferecem os recursos necessários para lidar com a complexidade e o nível de precisão exigidos pelas ferramentarias. Nesse cenário, a escolha do software influencia diretamente a eficiência dos processos, a qualidade dos resultados e a competitividade da operação.

Considere, por exemplo, o desenvolvimento de um estampo progressivo. Essa aplicação exige recursos específicos para o desdobramento de chapas, a análise do retorno elástico (springback) e o planejamento de trajetórias de usinagem adequadas às características do material. Quando o software não oferece funcionalidades compatíveis com essas necessidades, parte do trabalho precisa ser realizada manualmente, aumentando o tempo de execução e a possibilidade de falhas, ajustes e retrabalho.

O impacto vai além da etapa de projeto. Quando os profissionais precisam contornar limitações da ferramenta utilizada, uma parcela significativa do tempo de trabalho é direcionada a tarefas operacionais que poderiam ser automatizadas. O mesmo acontece no desenvolvimento de eletrodos para eletroerosão: sem recursos específicos para essa atividade, a equipe pode gastar mais tempo em etapas repetitivas, reduzindo a disponibilidade para atividades de maior valor agregado. Por isso, investir em uma solução alinhada às necessidades da ferramentaria é uma decisão que pode contribuir para otimizar processos, aproveitar melhor os recursos da equipe e aumentar a produtividade.

A Integração como Vantagem Competitiva

Em um mercado cada vez mais competitivo, agilidade e precisão são fatores determinantes para as ferramentarias. Prazos mais curtos, projetos complexos e a necessidade de reduzir custos exigem processos bem estruturados e tecnologias capazes de acompanhar as demandas da produção. Nesse contexto, a integração entre as etapas de projeto e fabricação torna-se essencial para melhorar o fluxo de informações, reduzir retrabalhos e aumentar a eficiência operacional.

É nesse cenário que a FIT Engineering Systems atua, oferecendo soluções tecnológicas especializadas para os desafios da ferramentaria. Com o CIMATRON, é possível integrar os processos de CAD (projeto) e CAM (manufatura) em um ambiente desenvolvido para as particularidades da fabricação de moldes e matrizes. Recursos como a criação de eletrodos, a simulação de usinagem e a atualização de operações após alterações no projeto contribuem para automatizar tarefas, reduzir intervenções manuais e proporcionar maior controle sobre as etapas de desenvolvimento e fabricação.

Quando a tecnologia está alinhada às necessidades da ferramentaria, os processos ganham mais continuidade e previsibilidade. A integração entre projeto e manufatura facilita a comunicação entre as equipes, contribui para reduzir o tempo de execução e ajuda a minimizar falhas que podem comprometer a qualidade e os prazos de entrega. Com o suporte da FIT Engineering Systems, as ferramentarias podem identificar oportunidades de melhoria, aproveitar melhor seus recursos e fortalecer sua competitividade por meio de processos mais eficientes e integrados.

Por que investir em uma solução especializada?

Cada ferramentaria possui necessidades, processos e desafios específicos. Por isso, contar com uma solução especializada em moldes e matrizes é fundamental para aprimorar o fluxo de trabalho, reduzir falhas e alcançar resultados mais consistentes.

O Cimatron oferece recursos desenvolvidos para atender às particularidades da fabricação de moldes e matrizes, integrando as etapas de projeto e manufatura. Essa integração contribui para minimizar retrabalhos, reduzir falhas na transferência de informações e otimizar o desenvolvimento do ferramental.

Ao combinar tecnologia e conhecimento técnico, é possível aproveitar melhor os recursos do software, aprimorar os processos e aumentar a produtividade. O resultado é uma operação orientada à precisão, eficiência e competitividade industrial.

O Próximo Passo para Mais Produtividade e Lucratividade

A competitividade na ferramentaria depende de processos bem estruturados, tecnologia adequada e decisões estratégicas. Quando as ferramentas utilizadas não acompanham as necessidades da operação, podem surgir dificuldades que impactam os prazos, aumentam os retrabalhos e comprometem a produtividade.

Investir em uma solução CAD/CAM especializada em moldes e matrizes é um passo importante para superar esses desafios. Com recursos voltados às particularidades da ferramentaria, o Cimatron contribui para integrar as etapas de projeto e manufatura, otimizar o desenvolvimento do ferramental e tornar os processos mais eficientes.

Quer entender como essa tecnologia pode contribuir para a realidade da sua empresa?

Conheça as soluções CAD/CAM para ferramentarias e descubra novas possibilidades para aprimorar seus processos, aumentar a produtividade e fortalecer a competitividade do seu negócio.

Entre em contato com o nosso time comercial.

O relógio na parede da ferramentaria não é apenas um instrumento de medida, é o juiz implacável da sua rentabilidade. Em um ambiente onde cada centésimo de milímetro define a qualidade de um molde ou estampo, o tempo gasto na frente da tela, preparando o código para o CNC, tornou-se o “calcanhar de Aquiles” de muitas operações de alta performance. Você sente que sua equipe, por mais qualificada que seja, está desperdiçando um talento inestimável em tarefas repetitivas e burocráticas?

O cenário é familiar: uma alteração de última hora no projeto chega à engenharia, e o programador CAM precisa praticamente recomeçar o trabalho do zero. O computador trava, a integração entre o software de modelagem e o CAM é um desastre de tradução de arquivos, e as máquinas no chão de fábrica aguardam, silenciosas, enquanto o custo de oportunidade consome a margem de lucro. O status quo é ineficiente, caro e, francamente, exaustivo.

A verdade nua e crua é que a complexidade das peças modernas — com geometrias orgânicas, cavidades profundas e tolerâncias cada vez mais apertadas — superou a capacidade das ferramentas de programação tradicionais. Quando o processo de fabricação depende excessivamente da intervenção humana para tarefas que poderiam ser automatizadas, você não está apenas perdendo tempo, você está entregando sua competitividade de bandeja para a concorrência.

“A eficiência não é sobre trabalhar mais rápido, é sim eliminar o atrito que impede o fluxo natural da engenharia de ponta.”

O “gargalo de programação” não se manifesta apenas em prazos perdidos. Ela se manifesta em máquinas CNC subutilizadas, em operadores frustrados que precisam corrigir trajetórias de ferramenta ineficientes e em uma cultura de “apagar incêndios” constante. Quando o sistema CAM não compreende a natureza intrínseca de um molde, ele força o programador a “ensinar” o software a cada passo, transformando um trabalho de engenharia de alta precisão em um exercício tedioso de clicar e arrastar.

Considere o impacto financeiro. Se você reduz o tempo de programação em 50%, não está apenas entregando peças mais rápido; você está liberando horas semanais que poderiam ser dedicadas à otimização de estratégias de corte, ao desenvolvimento de novos produtos ou à redução do consumo de ferramentas de corte. É uma mudança de paradigma: sair da gestão de crise para a gestão de excelência técnica.

O problema central é a falta de inteligência dedicada. Softwares genéricos tentam resolver problemas de ferramentaria com lógicas que não foram desenhadas para a singularidade de matrizes e estampos. A falta de associatividade real entre o CAD e o CAM significa que qualquer mudança de design exige uma reconstrução manual, um erro crasso em uma era de prototipagem rápida e iterações constantes.

Para quebrar esse ciclo de ineficiência, é preciso uma abordagem que entenda a ferramentaria não como uma série de pontos isolados, mas como um ecossistema de dados conectados. Não estamos falando de um simples “upgrade” de software, mas de uma transformação profunda na arquitetura do processo produtivo.

A programação CAM é o coração da manufatura. Ao implementar soluções que integram automação inteligente com conhecimento especializado em moldes e estampos, é possível eliminar tarefas manuais que consomem tempo e comprometem a produtividade. A transição para um fluxo de trabalho em que a automação assume parte significativa das atividades operacionais permite que a equipe concentre seus esforços em decisões estratégicas e na otimização dos processos.

A solução atua diretamente na raiz do gargalo: a interface entre o projeto e a execução. Com tecnologias de ponta, como o Cimatron CAM, a equipe pode direcionar seu conhecimento para a estratégia de usinagem — onde a inteligência humana é essencial — enquanto o software automatiza a geração de trajetórias complexas em uma fração do tempo.

Um dos pilares da metodologia é a automação baseada em regras. Em vez de configurar cada operação individualmente, o sistema reconhece a geometria e aplica automaticamente as melhores práticas de usinagem. Isso significa que cavidades, furos, canais e superfícies complexas são identificados pelo software, que já sugere a estratégia de desbaste e acabamento mais eficiente.

Essa automação inteligente elimina a necessidade de retrabalho. Graças à associatividade total entre o CAD e o CAM, se o design mudar, a estratégia de usinagem se ajusta automaticamente. É o fim daquela sensação de “trabalho jogado fora”. O investimento em software se traduz em mais horas de máquina rodando e menos tempo de programação manual.

Além disso, o aproveitamento do material remanescente é levado a um novo patamar de precisão. O sistema entende exatamente onde o material ainda existe após cada passe, evitando movimentos “no ar” que desperdiçam preciosos segundos de ciclo de máquina. Dessa forma, é possível extrair o máximo de cada ferramenta de corte, contribuindo para maior vida útil do ferramental e para a otimização do tempo de ciclo total.

Por que continuar aceitando o gargalo como um mal necessário? A produtividade não é um acidente, é um projeto de engenharia. Atua como o braço estratégico para empresas que não aceitam menos que a excelência.

Ao adotar as soluções da FIT Engineering Systems, sua empresa vai além da aquisição de um software CAM. Você passa a contar com uma tecnologia pensada para transformar a maneira como a programação é realizada, tornando os processos mais fluidos, precisos e eficientes.

A redução do tempo de programação está diretamente relacionada à automação de tarefas, ao reconhecimento inteligente da geometria, à associatividade entre CAD e CAM e ao aproveitamento de estratégias já consolidadas.

Com as soluções oferecidas pela FIT Engineering Systems, processos manuais e repetitivos podem dar lugar a recursos inteligentes, permitindo que o programador dedique mais tempo à tomada de decisões e ao desenvolvimento de programas mais eficientes para a produção.

Em uma ferramentaria, cada minuto economizado na programação pode representar mais produtividade, melhor aproveitamento dos recursos e maior agilidade para colocar a máquina em operação.

O próximo passo é simples, mas decisivo. Avalie sua atual estrutura. Se o seu setor de programação CAM está travado por processos manuais, se o seu CAD e CAM não conversam, ou se o retrabalho é uma constante, o custo da inação é muito maior do que o custo de uma mudança estratégica. Entre em contato com a FIT Engineering Systems e descubra como estamos redefinindo os padrões da ferramentaria moderna.

A ferramentaria do futuro não usa o CAM apenas para fazer o básico. Ela automatiza para programar melhor e mais rápido. Com as soluções da FIT Engineering Systems, tarefas repetitivas podem ser automatizadas, reduzindo intervenções manuais e permitindo que o programador foque

Seja a referência em seu setor. Minimize o tempo de inatividade, maximize a qualidade das peças e garanta a longevidade do seu negócio. O fim do gargalo começa com uma decisão. A sua decisão de buscar a maestria técnica e operacional.

O setor de ferramentaria e usinagem de alta complexidade no Brasil deixou de ser um espectador passivo no cenário global. Com a recente e inédita nomeação de uma liderança brasileira à frente da ISTMA (International Special Tooling & Machining Association), o eixo de influência da manufatura avançada deslocou-se. Não estamos falando apenas de um cargo honorífico; estamos falando de uma mudança geopolítica e técnica que coloca o “Made in Brazil” sob um novo microscópio internacional.

Para o gestor de ferramentaria, essa notícia traz um misto de orgulho e, inevitavelmente, uma pressão crescente. O mercado mundial não apenas observa o Brasil; ele agora espera que a nossa engenharia entregue padrões de precisão, agilidade e inteligência de manufatura que antes eram exclusividade dos gigantes europeus ou asiáticos. A pergunta que ecoa nas plantas industriais de Joinville a Caxias do Sul não é sobre o que a ISTMA fará, mas sobre como você se posicionará diante dessa nova exigência de classe mundial.

A liderança brasileira na ISTMA escancara uma realidade nua e crua: a era da “ferramentaria de sobrevivência” acabou. O jogo agora é de alta performance, onde a margem de erro não é apenas um custo financeiro, mas um risco à reputação da indústria nacional. Se o Brasil é a vitrine, a sua planta industrial é o produto que está sendo testado.

“A verdadeira liderança industrial não é medida pela capacidade de produzir em massa, mas pela precisão inegociável em cenários de alta complexidade tecnológica.”

O Custo Invisível da Obsolescência Técnica

Muitos gestores ainda operam sob a égide da “experiência empírica”. O problema é que, no novo patamar exigido pela globalização, a experiência sem suporte de sistemas de engenharia integrados é uma armadilha. O custo de retrabalho, o tempo ocioso de máquinas de alta performance e a dificuldade em replicar processos críticos de forma consistente estão drenando o seu lucro silenciosamente.

Quando o Brasil assume o comando de uma entidade como a ISTMA, a barra de exigência de qualidade sobe para todos. Se você ainda lida com gargalos no fluxo de dados entre o projeto e o chão de fábrica, ou se a integração entre o CAD/CAM e a execução física é feita de forma fragmentada, você está perdendo dinheiro. Cada minuto de máquina parada devido a erros de programação ou setups ineficientes é um convite à perda de mercado para competidores que já operam com inteligência digital nativa.

O cenário atual exige que a sua ferramentaria deixe de ser um centro de custos para se tornar um centro de inteligência. A transição não é apenas sobre comprar novas máquinas; é sobre como você orquestra o ecossistema de engenharia que sustenta essas máquinas. Sem uma base sistêmica sólida, a tecnologia de ponta é apenas um gasto exacerbado em ferro e software subutilizado.

A Convergência entre a Liderança Brasileira e a Excelência Operacional

A pergunta que um gestor estratégico deve se fazer é: “Minha empresa está pronta para o padrão de exigência que o novo protagonismo brasileiro demanda?”. A resposta reside na capacidade de transformar projetos complexos em produtos perfeitos na primeira tentativa (Right First Time). Isso não acontece por sorte ou pela simples contratação de talentos seniores. Isso acontece através de sistemas de engenharia que eliminam a variabilidade humana.

O sucesso na ferramentaria moderna exige uma simbologia de alta tecnologia, onde a integração de sistemas não é um luxo, mas o alicerce. Quando o Brasil lidera a ISTMA, ele sinaliza ao mundo que possuímos a competência técnica. Mas para que essa competência se traduza em lucratividade para a sua empresa, é necessário adotar metodologias que garantam a previsibilidade do seu ciclo produtivo.

É aqui que a lacuna entre o “fazer bem feito” e o “fazer com excelência global” se torna evidente. O mercado internacional não perdoa atrasos ou falhas dimensionais. O novo patamar de exigência exige um parceiro que compreenda a fundo a dinâmica da engenharia de sistemas e que ofereça as ferramentas necessárias para que a sua empresa não apenas acompanhe, mas dite o ritmo do mercado.

A Solução: Elevando sua Ferramentaria com a FIT Engineering Systems

Não basta apenas ter a intenção de subir de nível; é preciso ter o parceiro tecnológico que entende a anatomia da sua dor. A FIT Engineering Systems surge como o elo perdido entre a ambição da indústria brasileira e a execução de classe mundial exigida pela nova liderança na ISTMA.

A FIT Engineering Systems não é apenas um fornecedor de soluções; somos arquitetos da sua eficiência. Especializados em integrar o fluxo de engenharia de forma que cada byte de informação no seu CAD se converta em precisão absoluta no seu centro de usinagem. Nossa metodologia de trabalho foi desenhada para empresas que entendem que, no setor de ferramentaria de alta complexidade, a tecnologia deve ser invisível, mas seus resultados devem ser inquestionáveis.

Ao implementar as soluções da FIT Engineering Systems, você não está apenas adquirindo ferramentas; você está instalando um sistema de gestão de complexidade que reduz drasticamente o tempo de setup, elimina erros de projeto e maximiza a vida útil das suas ferramentas. É a transição do artesanal para o industrial inteligente, garantindo que o seu negócio esteja alinhado com as melhores práticas mundiais que agora, mais do que nunca, carregam o DNA brasileiro.

Por que a Integração é o Seu Maior Diferencial Competitivo

A complexidade dos moldes e componentes atuais exige uma orquestração perfeita. A FIT Engineering Systems foca na otimização do processo produtivo através de uma engenharia de sistemas que abrange desde a simulação avançada até o pós-processamento de precisão. Em um mercado onde o Brasil é o novo centro gravitacional da ferramentaria, não há espaço para ineficiências operacionais.

Ao escolher a FIT Engineering Systems, você garante:

  • Redução drástica de desperdícios: Eliminando o retrabalho através de uma integração sistêmica rigorosa.
  • Agilidade na entrega: Convertendo o tempo de engenharia em tempo de produção efetivo.
  • Padronização global: Operando sob os padrões de excelência que a ISTMA promove mundialmente.
  • Escalabilidade técnica: Preparando sua planta para os desafios de usinagem que virão nos próximos anos.

Não permita que a evolução da indústria brasileira passe pela sua porta enquanto você permanece preso a métodos obsoletos. O protagonismo global do Brasil é a sua janela de oportunidade para se destacar como um player de elite.

Conclusão: O Momento de Decidir é Agora

A liderança brasileira na ISTMA é um divisor de águas. Ela valida que o Brasil possui a expertise, mas a competitividade real de cada empresa será definida pela capacidade de cada gestor em adotar tecnologias que elevem o padrão de entrega. Não se trata apenas de ser brasileiro; trata-se de ser um profissional de engenharia de alto desempenho em um mercado globalizado.

A FIT Engineering Systems está pronta para ser a engrenagem que faltava na sua operação. Convidamos você a analisar sua infraestrutura, identificar seus pontos de fricção e permitir que nossa equipe de especialistas desenhe o caminho para a sua máxima eficiência. O futuro da ferramentaria brasileira está sendo escrito agora, e a sua empresa tem um lugar de destaque reservado, desde que você escolha as ferramentas e os parceiros certos.

Entre em contato com a FIT Engineering Systems hoje mesmo e descubra como podemos elevar sua produtividade ao padrão ISTMA de excelência.

VoluMill Otimiza Desbaste na PTD Performance Tool and Die com Alta Remoção de Cavaco

As ferramentas da VoluMill reduzem dramaticamente os tempos de ciclo e aumentam significativamente a vida útil das ferramentas de corte.

 

Desafios do Negócio

Performance Tool and Die (PTD), um dos principais fornecedores de ferramental para as indústrias automotiva, agrícola e recreativa, estava procurando formas de diminuir esforços no material durante o corte, aumentar a vida útil das ferramentas e reduzir o tempo do ciclo – objetivos aparentemente contraditórios.

As ofertas da PTD incluem matrizes / estampos, formar e progressiva; ferramental de freio; ferramentas de dobra do tubo; soldagem e fixação de máquina.

Volumill-gibbscam-usinagem-dinamica

“Porque estamos em uma configuração de ferramentaria, cada bloco que fazemos é diferente do último”, disse Jake Kopveiler, programador CNC da PTD. “Não somos capazes de fazer ajustes específicos de blocos, então a maioria dos componentes é mantida em um torno. Com um centro de usinagem vertical de cinco eixos, o problema de fixação de blocos torna-se ampliado, uma vez que estamos tentando realizar mais percursos no bloco do que normalmente seria feito em uma máquina de três eixos. Os blocos são muitas vezes deixados para fora da placa ou dispositivo mais do que o normal, o que é uma situação menos que ótima em relação à pressão de corte “.

A necessidade de reduzir a pressão e os tempos de ciclo levou o gerenciamento da PTD a avaliar um produto de software sugerido por seu Revendedor GibbsCAM®.

 

A Solução para o negócio

O VoluMill ™ é um motor de ferramentas de plug-in da Celeritive Technologies que está integrado no GibbsCAM. Esta nova tecnologia de gênero gera trilhos de ferramentas com movimentos suaves e baixa força no fuso e na ferramenta de corte. As ferramentas da VoluMill reduzem dramaticamente os tempos de ciclo e aumentam significativamente a vida útil das ferramentas de corte.

 

Volumill-gibbscamOKK MCV1060 Fuso CAT50 13.000RPM.

 

“Nosso revendedor nos disse que outros clientes estavam observando enormes ganhos, então decidimos aproveitar a oferta de avaliação gratuita da VoluMill”, disse Kopveiler. “Nós ficamos muito céticos com a redução de tempo anunciada e a vida útil prolongada da ferramenta, mas depois de usá-la por um curto período de tempo, achamos que isso é o verdadeiro negócio”.

Quase imediatamente, PTD estava em execução em avanços 10 vezes mais rápido do que antes. Em alguns casos, a PTD experimentou economias ainda maiores. A execução de um grande pedestal feito de aço ferramenta A2 usado para levar 22:36 minutos para correr com um fresa insertada de três polegadas. Com o VoluMill, o mesmo processo levou apenas 7:20 minutos com um fresa esférica com diâmetro sólido de meia polegada, proporcionando um aumento de eficiência de 208 por cento. Uma vez que o período experimental terminou, a PTD comprou três licenças VoluMill.

 

Benefícios do VoluMill

“Os benefícios excederam nossas expectativas”, explicou Kopveiler. “Nosso método tradicional de desbastar bolso em uma placa ou bloco seria fazer passes de .100 a .150 de profundidade de corte e corte periférico de diâmetro de corte de 50 por cento. Ao fazer isso, usamos o fundo .100 a .150 de faca repetidamente, fazendo com que elas se usassem enquanto o resto da fresa estava visivelmente intocado.

“Agora, deixamos a fresa inteira percorrer todo o caminho até o bloco para o encaixe de faca completa e, dependendo da fresa, com passe de .020 para .080 periféricos”, continuou Kopveiler. “Como o software VoluMill mantém uma quantidade de corte periférica consistente, podemos colocar nossas ferramentas de corte para a capacidade máxima sem ter que se preocupar com cortes mais pesados ​​em cantos afiados no percurso da ferramenta. Isso prolongou significativamente a vida útil das nossas ferramentas de corte “.

Mais importante ainda, a PTD descobriu que a usinagem com trajetórias de ferramenta VoluMill produzia menos pressão de corte na peça do que quando cortava com percursos de ferramentas tradicionais, o que eliminava os problemas de bloqueio que estavam enfrentando. Este benefício afetou significativamente a produção dessas peças, incluindo a quantidade de sucata que eles estavam gerando devido ao bloqueio de problemas de fixação. Embora a PTD não acompanhe os números de sucata, eles estimam que a sucata devido ao bloqueio de remoção da fixação foi reduzida em aproximadamente 25%.

Os movimentos suaves da ferramenta gerados por um percurso de ferramenta VoluMill permitiram que a PTD aumentasse o avanço 10 vezes, enquanto tira cortes periféricos de 80% menores de quatro a oito vezes a profundidade de corte dependendo da fresa que está sendo usado.

Parâmetros da Aplicação

Antigos Novos
Material Aço A2 Aço A2
Refrigeração Seca com jato de ar Seca com jato de ar
Toolpath Desbaste / Contorno Padrão Volumill™
Cutter 2″ Iscar Helido Shellmill / 1/2″ Garr Tool® VRX variable
1/2″ Garr Tool® VRX variable helix carbide coated
helix carbide coberta 4-facas esférica 4-facas esférical
Dimensões de Corte

 

2″ .062″ corner rad /

1/2″ x 1″

1/2″ x 1″
Máquina OKK MCV1060 OKK MCV1060
CAT50 13K spindle CAT50 13K spindle
Suporte Ferramenta 1/4″ arbor holder / ER32 collet holder ER32 collet holder
SFM 366 / 393 ft./min. 1,571 ft./min.
RPM 700 / 3,000 12,000
CLPT .0125″ / 0.0025″ 0.0041″
IPM 35 / 30 200
ADOC 0.15″ / 1″ 1″
RDOC 1.25″ / .02″ 0.03″
Rampa N/A N/A

“No geral, isso equivale a cerca de 40% de economia de tempo em operações de fresamento. Percebemos um aumento de 208 por cento na produtividade usando caminhos de ferramentas VoluMill em um bloco de furação maior “, disse Kopveiler.

A Vantagem do Volumill™

O VoluMill foi projetado para eliminar as poucas condições de usinagem que as ferramentas tradicionais produziram desde o advento das fresadoras com controle numérico. As máquinas CNC apenas executam comandos fornecidos por um calculador de trajetória de ferramenta, que dão instruções precárias e requerem máquinas e ferramentas de corte para operar em condições adversas. O VoluMill, que pode trabalhar com qualquer sistema CAM, gera trajetórias de ferramentas com condições de usinagem ideais, melhorando a utilização da máquina e a produtividade da fábrica.

Volumill-gibbscam-centro-usinagemOKK MCV1060 CAT50 máquina de fuso 13.000 RPM fresando um componente de aço A2.

 

Os percursos de ferramenta VoluMill aumentam o retorno do investimento em máquinas-ferramentas, ferramentas de corte e componentes de fixação, aumentando a eficiência da utilização da máquina, a produtividade da loja e a vida útil da ferramenta de corte. Essas economias são particularmente importantes em ambientes econômicos adversos. A VoluMill oferece a abordagem de menor custo para aumentar a produtividade para a fabricação, e geralmente se paga em um único emprego.

“No geral, o VoluMill ™ tem sido uma ferramenta fácil de aprender e usar. Foi um grande sucesso até agora, e pagou por si mesmo. Recomendamos a qualquer pessoa em uma configuração de ferramental ou produção, especialmente quando a remoção eficiente de material em grande quantidade é desejada “.

Jake Kopveiler, programador CNC, Performance Tool e Die

“Com as velocidades e avanços extremos que são utilizados, clientes e outros são muito impressionado com o que estamos fazendo”, Kopveiler concluiu. “Recebemos numerosos elogios no processo, e as promessas iniciais dadas nos materiais VoluMill provaram ser precisas”.

Jake Kopveiler, programador CNC da Performance Tool e Die, apresenta uma peça completa cortada por um fresa de esférica de 4 facas revestido com carboneto de hélice variável Garr Tool® VRX e uma estratégia VoluMill ™.

 

Como funciona na prática o Volumill

 

VoluMill™ is a trademark of Celeritive Technologies, Inc.

Indústria: Ferramentaria

Performance Tool and Die

Possui dois endereços Detroit Lakes, Minn. e Lakeville, Minn.

www.ptdmn.com

CAM SYSTEM

GibbsCAM®

 

Horário: de segunda à sexta, das 8 às 12h e das 13 às 17h, exceto feriados.
CIMATRONFIKUSCIMCOABINFER-selo-associacao-brasileira-ferramentarias
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